Embrapa Amapá apresenta prioridades ao Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sudam

Gestores e equipe técnica dos vários núcleos de pesquisas da Embrapa Amapá reuniram-se com a coordenadora-geral de Inclusão e Desenvolvimento Sustentável, da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Alessandra Santos Lopes, na última segunda-feira, 20/9, na sede do centro de pesquisa, em Macapá (AP). Na pauta da reunião, o Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sudam, voltado para financiamento de projetos que visam fomentar o desenvolvimento social e sustentável nos estados da região. Com relação as prioridades para o Amapá e Estuário Amazônico, a equipe da Embrapa Amapá apresentou demandas de investimentos em pesquisas de controle da mosca-da-carambola, fortalecimento de Bancos Ativos de Germoplasma, transferência de tecnologias para inovação no cultivo da mandioca, pesquisas em recursos florestais e fruticultura, pesquisas de insumos biológicos para controle de sanidade de peixes, mapeamento de dados e informações para zoneamento ecológico e econômico, entre outros. A reunião fez parte da ação itinerante de uma equipe da Sudam nos Estados da Amazônia Legal, com o objetivo de estreitar o diálogo e prospectar desmandas de financiamento e colaboração junto aos agentes que atuam no desenvolvimento sustentável desta região. “Estamos ouvindo agentes que fazem parte da geração de conhecimento em cada estado, prospectando as demandas do que é estratégico em cada estado. Nosso papel (da Sudam) é atuar como órgão articulador no desenvolvimento regional e buscar apoios junto aos ministérios da Ciência e Tecnologia, da Agricultura, entre outros, e sobretudo ao ministério do Desenvolvimento Regional, ao qual a Sudam está vinculada”, afirmou Alessandra Lopes. Bancos Ativos de Germoplasma (BAGs) Os principais resultados, ações e desafios da Embrapa Amapá foram apresentados à técnica da Sudam pelo chefe-geral Antonio Claudio Almeida de Carvalho; e pelos chefes-adjuntos de P&D, Cristiane Ramos de Jesus, de Transferência de Tecnologia, Jô de Lima, e de Administração, Izaque Pinheiro; e pelos pesquisadores Nagib Melém, coordenador do projeto Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Amapá (ZEE-AP), além dos pesquisadores Adriano Marini (sistemas de cultivo de mandioca) e Marcos Tavares Dias (sanidade de peixes). Engenheira química, com mestrado e doutorado em ciência dos alimentos, Alessandra Lopes explicou que, com relação à Embrapa, os primeiros contatos foram alinhados com a Diretoria-Executiva de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, que colocou como uma das prioridades a manutenção dos Bancos Ativos de Germoplasma (BAGs). “Entende-se como Germoplasma o material que constitui a base física da herança sendo transmitida de uma geração para outra. Significa a matéria onde se encontra um princípio que pode crescer e se desenvolver, sendo definido ainda, como a soma total dos materiais hereditários de uma espécie. Existem várias categorias de germoplasma: parentes silvestres; populações locais (landraces); cultivares primitivas; cultivares que foram substituídas; linhagens experimentais, mutações e outros produtos dos programas de melhoramento; cultivares modernas”. Fonte: https://www.embrapa.br/recursos-geneticos-e-biotecnologia/pesquisa-e-desenvolvimento/intercambio-de-germoplasma) Alessandra Lopes destacou como ponto importante os desafios peculiares dos estados em regiões de fronteiras como o Amapá, Roraima, Acre e Rondônia. “Nestes territórios temos a missão de maximizar o processo de desenvolvimento cientifico e tecnológicos, devido à grande assimetria que existe na Amazônia. Nesse contexto, acrescenta a técnica, é estratégico o conhecimento acumulado da Embrapa para fortalecer a bioeconomia. “Quando falamos de setor produtivo relacionado aos produtos da Amazônia, com processos e serviços tecnológicos, estamos falando de inovação, de comunidades e povos tradicionais, de biodiversidade. Tudo isso deve ser valorizado através de um processo de gestão. A Embrapa como empresa de pesquisa com seu portfólio e seu cenário de atuação, é um parceiro fundamental quando se fala em qualquer articulação de desenvolvimento regional nesse país”.

Gestores e equipe técnica dos vários núcleos de pesquisas da Embrapa Amapá reuniram-se com a coordenadora-geral de Inclusão e Desenvolvimento Sustentável, da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Alessandra Santos Lopes, na última segunda-feira, 20/9, na sede do centro de pesquisa, em Macapá (AP). Na pauta da reunião, o Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sudam, voltado para financiamento de projetos que visam fomentar o desenvolvimento social e sustentável nos estados da região.   

Com relação as prioridades para o Amapá e Estuário Amazônico, a equipe da Embrapa Amapá apresentou demandas de investimentos em pesquisas de controle da mosca-da-carambola, fortalecimento de Bancos Ativos de Germoplasma, transferência de tecnologias para inovação no cultivo da mandioca, pesquisas em recursos florestais e fruticultura, pesquisas de insumos biológicos para controle de sanidade de peixes, mapeamento de dados e informações para zoneamento ecológico e econômico, entre outros. A reunião fez parte da ação itinerante de uma equipe da Sudam nos Estados da Amazônia Legal, com o objetivo de estreitar o diálogo e prospectar desmandas de financiamento e colaboração junto aos agentes que atuam no desenvolvimento sustentável desta região.

“Estamos ouvindo agentes que fazem parte da geração de conhecimento em cada estado, prospectando as demandas do que é estratégico em cada estado. Nosso papel (da Sudam) é atuar como órgão articulador no desenvolvimento regional e buscar apoios junto aos ministérios da Ciência e Tecnologia, da Agricultura, entre outros, e sobretudo ao ministério do Desenvolvimento Regional, ao qual a Sudam está vinculada”, afirmou Alessandra Lopes.

Bancos Ativos de Germoplasma (BAGs) 

Os principais resultados, ações e desafios da Embrapa Amapá foram apresentados à técnica da Sudam pelo chefe-geral Antonio Claudio Almeida de Carvalho; e pelos chefes-adjuntos de P&D, Cristiane Ramos de Jesus, de Transferência de Tecnologia, Jô de Lima, e de Administração, Izaque Pinheiro; e pelos pesquisadores Nagib Melém, coordenador do projeto Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Amapá (ZEE-AP), além dos pesquisadores Adriano Marini (sistemas de cultivo de mandioca) e Marcos Tavares Dias (sanidade de peixes).     

Engenheira química, com mestrado e doutorado em ciência dos alimentos, Alessandra Lopes explicou que, com relação à Embrapa, os primeiros contatos foram alinhados com a Diretoria-Executiva de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, que colocou como uma das prioridades a manutenção dos Bancos Ativos de Germoplasma (BAGs). “Entende-se como Germoplasma o material que constitui a base física da herança sendo transmitida de uma geração para outra. Significa a matéria onde se encontra um princípio que pode crescer e se desenvolver, sendo definido ainda, como a soma total dos materiais hereditários de uma espécie. Existem várias categorias de germoplasma: parentes silvestres; populações locais (landraces); cultivares primitivas; cultivares que foram substituídas; linhagens experimentais, mutações e outros produtos dos programas de melhoramento; cultivares modernas”. Fonte: https://www.embrapa.br/recursos-geneticos-e-biotecnologia/pesquisa-e-desenvolvimento/intercambio-de-germoplasma)

Alessandra Lopes destacou como ponto importante os desafios peculiares dos estados em regiões de fronteiras como o Amapá, Roraima, Acre e Rondônia. “Nestes territórios temos a missão de maximizar o processo de desenvolvimento cientifico e tecnológicos, devido à grande assimetria que existe na Amazônia. Nesse contexto, acrescenta a técnica, é estratégico o conhecimento acumulado da Embrapa para fortalecer a bioeconomia. “Quando falamos de setor produtivo relacionado aos produtos da Amazônia, com processos e serviços tecnológicos, estamos falando de inovação, de comunidades e povos tradicionais, de biodiversidade. Tudo isso deve ser valorizado através de um processo de gestão. A Embrapa como empresa de pesquisa com seu portfólio e seu cenário de atuação, é um parceiro fundamental quando se fala em qualquer articulação de desenvolvimento regional nesse país”. 

 



Fonte: Embrapa