Teste alternativo é eficiente na análise de experimentos agrícolas sobre emissões de gases de efeito estufa

Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) constataram que o teste não paramétrico de Kolmogorov-Smirnov (KS) pode ser uma alternativa para comparar os efeitos de diferentes manejos agrícolas sobre as emissões de gases de efeito estufa (GEE) ao longo do ciclo das culturas. Conforme Alfredo Luiz, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e um dos autores desse estudo, o teste pôde ser adaptado, via rotina NPAR1WAY do SAS, para comparar eventos com respostas ao longo do tempo, como as emissões de metano em arroz inundado, resultando em resultados numéricos e gráficos de fácil compreensão e interpretação. Os inventários nacionais de emissões de GEE, elaborados periodicamente pelos países signatários da Convenção sobre Mudança do Clima, computam as emissões de fontes antrópicas, entre elas as atividades agrícolas. As emissões dessas atividades são mensuradas em experimentos com o objetivo de calcular parâmetros específicos para as condições climáticas e de gestão nacionais. Entretanto, esses experimentos de campo são complexos e caros, limitações que frequentemente resultam na incapacidade de identificar diferenças entre os tratamentos pela análise de variância (ANOVA) tradicionalmente utilizada. “Apresentamos um estudo de caso em que a ANOVA produziu resultados não significativos para o ajuste do modelo, enquanto o KS identificou as curvas de emissão como significativamente diferentes”, explica o pesquisador. Desta forma, está disponível um método alternativo de análise que pode auxiliar na obtenção de informações úteis e precisas sem a necessidade do aumento dos custos de experimentação. O trabalho completo, de Alfredo Luiz e Magda Lima, foi publicado na Revista Brasileira de Biometria, está disponível aqui.

Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) constataram que o teste não paramétrico de Kolmogorov-Smirnov (KS) pode ser uma alternativa para comparar os efeitos de diferentes manejos agrícolas sobre as emissões de gases de efeito estufa (GEE) ao longo do ciclo das culturas.

Conforme Alfredo Luiz, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e um dos autores desse estudo, o teste pôde ser adaptado, via rotina NPAR1WAY do SAS, para comparar eventos com respostas ao longo do tempo, como as emissões de metano em arroz inundado, resultando em resultados numéricos e gráficos de fácil compreensão e interpretação. 

Os inventários nacionais de emissões de GEE, elaborados periodicamente pelos países signatários da Convenção sobre Mudança do Clima, computam as emissões de fontes antrópicas, entre elas as atividades agrícolas. As emissões dessas atividades são mensuradas em experimentos com o objetivo de calcular parâmetros específicos para as condições climáticas e de gestão nacionais.

Entretanto, esses experimentos de campo são complexos e caros, limitações que frequentemente resultam na incapacidade de identificar diferenças entre os tratamentos pela análise de variância (ANOVA) tradicionalmente utilizada. “Apresentamos um estudo de caso em que a ANOVA produziu resultados não significativos para o ajuste do modelo, enquanto o KS identificou as curvas de emissão como significativamente diferentes”, explica o pesquisador.

Desta forma, está disponível um método alternativo de análise que pode auxiliar na obtenção de informações úteis e precisas sem a necessidade do aumento dos custos de experimentação.

O trabalho completo, de Alfredo Luiz e Magda Lima, foi publicado na Revista Brasileira de Biometria, está disponível aqui.



Fonte: Embrapa