Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Crédito: Cb França

Rio de Janeiro (RJ) – Os alunos Souza Barbosa, Mayra e Erik Santos do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ) representarão o Colégio na 23° Edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Nessa edição, a prova aborda os desafios tecnológicos da conquista do espaço e teorias sobre o funcionamento do universo. Neste ano, devido à pandemia da COVID-19 a olimpíada migrou para o meio digital.

Anualmente, são  mais de 150 mil alunos do ensino fundamental e médio de todo o Brasil participando dessa olimpíada, que tem como destaque o lançamento de protótipos de foguetes feitos com garrafas pet e outros plásticos. O concurso para fabricar o foguete continua nesSa edição.

O Coordenador da Olimpíada, João Batista Garcia Canalle, disse que um programa de computador enviado para os estudantes permite a escolha de forma, tamanho e material que será utilizado para a realização do objeto. Para os organizadores, o maior esforço é mobilizar os jovens, que continuam estudando em casa.

Para o aluno Souza Barboza, a ciência é um caminho para a transformação do futuro: “A ciência representa inovação. Ao mesmo tempo que nós temos que olhar para o passado para corrigir os problemas do presente, eu acredito que é com a ciência que nós podemos mudar o futuro”, disse.

Já a Aluna Mayra, disse que apesar do estudo em casa ter mais distrações, a motivação para transformar o mundo é o que mais importa: “Saber que pode descobrir uma coisa nova, que vai fazer a diferença no mundo, eu acho que isso é bem importante”, afirmou.

O CMRJ possui um Clube de Ciências que tem como objetivo despertar em seus alunos o interesse pela ciência e a pesquisa. Os professores orientadores do clube, mesmo com a pandemia, realizaram diversas reuniões, atividades e desafios pelo meio virtual, incentivando os alunos à busca do conhecimento e ao desenvolvimento de formas alternativas para solucionar problemas do dia a dia, resultando no projeto “Sistema Ecológico: da biorremediação de efluentes contaminados e poluídos à produção energética”, projeto campeão da Feira de Ciência do Instituto Militar de Engenharia 2020.


Fonte: Exército Brasileiro