Nino é eternizado na Sala de Troféus pela conquista do ouro olímpico

Chegar o Olimpo é uma das maiores honrarias que um atleta pode alcançar na vida. E, nesta segunda-feira (13/09), o zagueiro Nino, o preparador físico Marcos Seixas e o médico Marco Azizi, medalhistas de ouro com a seleção brasileira nos Jogos de Olímpicos de Tóquio, foram eternizados em outro templo sagrado do esporte mundial. O trio foi homenageado na Sala de Troféus do Fluminense, em Laranjeiras. Eles receberam das mãos do presidente Mário Bittencourt uma placa comemorativa pela conquista. Além disso, um pôster do defensor foi acrescentado à rica galeria de atletas que fizeram história pelo Tricolor.

“É uma honra indescritível estar aqui e viver este momento. É difícil até encontrar as palavras. Cheguei ao clube em 2019 e posso dizer que tenho vivido muito mais do que um dia eu sonhei. Eu já era um menino sonhador e já realizado por estar jogando aqui, em um time onde desde pequeno eu sonhei estar. O Fluminense também me deu a oportunidade de chegar à seleção brasileira, disputar os Jogos Olímpicos e de conquistar esse ouro. Fico muito honrado de estar na memória do clube a partir de hoje. E vocês podem ter certeza de que o Fluminense sempre estará na minha memória também. Obrigado ao Marcos Seixas e ao Doutor Azizi. Nós formamos uma família lá em Tóquio e eles mais do que qualquer um merecem receber esta homenagem, pois são profissionais muito preparados e capacitados no que fazem. Muito obrigado”, declarou o emocionado zagueiro Nino, titular da seleção durante toda a campanha dos Jogos Olímpicos.

Mário Bittencourt abriu a breve cerimônia enaltecendo a importância da conquista do trio, que escreveu seu nome na rica história olímpica tricolor. Foi de um atleta do Fluminense a primeira medalha do Brasil em uma Olimpíada, em 1920, com Afrânio da Costa, prata nos Jogos da Antuérpia, na Bélgica. Para o presidente, a homenagem é mais do que justa e faz parte do trabalho que o clube vem desenvolvendo para reconhecer seus ídolos e profissionais que fizeram parte de sua história.

“É um momento histórico, tanto para o clube quanto para os três, em especial para o Nino, que é o atleta, que está condecorado e eternizado aqui em nossa sala de troféus. Esse trabalho que o Fluminense faz de reconhecimento de seus ídolos e pessoas que fazem parte de sua história é muito importante para que a gente possa seguir com uma instituição grandiosa que a gente é”, disse o presidente, que emendou:

“Essa é a sala da eternização das pessoas. É muito bacana ver que o clube reconhece seus heróis e suas histórias. Hoje o Nino está sendo eternizado aqui, como medalhista olímpico, o primeiro medalhista de ouro do futebol da história do Fluminense. Em que pese ser uma cerimônia breve, ela é de extrema importância para o clube e para a história dos três aqui. Daqui 20 ou 30 anos, vocês vão poder voltar aqui e estarão aqui, como parte desta instituição maravilhosa e centenária. Quero agradecer aos três por terem dignificado o nome do Fluminense durante as Olimpíadas”.

Quem também se emocionou foi Marcos Seixas, que sentiu pela segunda vez o gosto de ser campeão olímpico – ele já havia feito parte do time medalha de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. O preparador físico agradeceu à homenagem e falou sobre a importância do Fluminense em sua vida.

“Gostaria de agradecer à homenagem. Eu devo muito ao Fluminense. Eu também sou um profissional formado no Fluminense. Comecei como estagiário no clube há mais de 20 anos. E como um clube que forma jogadores, também me formou como profissional. Tenho muita gratidão por esta instituição. Aqui eu aprendi muitos valores e princípios e me formei o profissional que sou hoje. Este é um clube diferente, que tenho muito orgulho de trabalhar, e fazer parte e ter amigos. Tenho certeza que quero estar em outras fotos nesta sala de troféus com novas conquistas. Obrigado ao Nino e ao Dr. Azizi, foi um orgulho estar ao lado de vocês representando o Fluminense na Olimpíada”, disse Seixas.

Outro profissional que construiu carreira no Fluminense foi o Dr. Marco Azizi, coordenador médico das categorias de base do clube desde 2015. Ele também agradeceu ao clube pela homenagem e se disse honrado por se eternizar entre tantos ídolos.

“A gente tem sonhos na vida. Mas nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar que um dia estaria aqui. Eu estava olhando as fotos aqui na sala, vendo o Rivellino, e me lembrei da minha época de torcedor de arquibancada, quando eu assistia ao Fluminense lá de cima, com 6 ou 7 anos de idade, e eu jamais poderia imaginar que um dia seria médico do clube pelo qual eu sempre torci. E chegar à seleção brasileira é só um degrau a mais por estar no clube. Se não fosse pelo Fluminense, eu jamais teria tido essa oportunidade. Tenho muito orgulho de trabalhar aqui e fazer parte desta família tricolor em um local centenário como esse é indescritível. Quero agradecer e parabenizar também aos meus amigos Nino e Marcos Seixas. Muito obrigado por tudo”, disse.




Fotos: Mailson Santana e Marina Garcia/FFC
Texto: Comunicação/FFC

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Fonte: Fluminense