Integração Lavoura-Pecuária se destaca entre tecnologias voltadas para produção agropecuária no semiárido mineiro

O projeto “Tecnologias Agropecuárias para o Semiárido Mineiro” tem promovido melhorias em propriedades rurais no Vale do Jequitinhonha e na região do Alto Rio Pardo. Práticas agrícolas e materiais adaptados para as regiões são usados para garantir a produtividade de lavouras e a geração de alimentos para os animais. Nesse cenário, uma tecnologia adotada é a Integração Lavoura-Pecuária (ILP). O agrônomo da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) Marco Aurélio Noce explica como funciona o sistema e por que utilizá-lo no semiárido mineiro. “Essa tecnologia nada mais é do que o plantio de duas ou mais culturas de forma sucessiva ou simultânea, possibilitando uma sustentabilidade maior e uma maior viabilidade de produção. No projeto, uma das principais demandas levantadas pelos produtores rurais e também pelos técnicos diz respeito à produção de forragem para alimentação de bovinos e também à recuperação de pastagens degradadas. E nós entendemos que esse sistema de ILP talvez seja uma das tecnologias mais viáveis econômica e ambientalmente para suprir essas demandas. Isso porque aliamos numa mesma área a produção de grãos ou silagem à renovação de pastagem”. Nas propriedades rurais que são Unidades Demonstrativas do projeto tem sido utilizado o sorgo, por ser uma cultura com maior tolerância às condições de déficit hídrico que ocorrem na região. Além disso, a renovação das pastagens garante um alimento de melhor qualidade para o gado. Resultados de pesquisas desenvolvidas na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, são validadas em Unidades de Referência Tecnológica no Norte e Nordeste de Minas Gerais (no Alto Rio Pardo, no Baixo e no Médio Jequitinhonha). As tecnologias agropecuárias viáveis para essas regiões são implantadas em Unidades Demonstrativas instaladas em propriedades rurais, de forma a divulgar as boas práticas para os produtores e técnicos locais. Parcerias O projeto “Tecnologias Agropecuárias para o Semiárido Mineiro” é coordenado pela Embrapa Milho e Sorgo e conta com uma rede de parcerias, que envolve Emater-MG, Anater, Senar, Sebrae, Epamig, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, sindicatos rurais e os consórcios de municípios das três regiões atendidas: Ameje (Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Jequitinhonha), Comar (Consórcio Público Intermunicipal Multifinalitário do Alto Rio Pardo) e Nova Ambaj (Nova Associação dos Municípios da Microrregião do Baixo Jequitinhonha).

O projeto “Tecnologias Agropecuárias para o Semiárido Mineiro” tem promovido melhorias em propriedades rurais no Vale do Jequitinhonha e na região do Alto Rio Pardo.

Práticas agrícolas e materiais adaptados para as regiões são usados para garantir a produtividade de lavouras e a geração de alimentos para os animais. Nesse cenário, uma tecnologia adotada é a Integração Lavoura-Pecuária (ILP).

O agrônomo da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) Marco Aurélio Noce explica como funciona o sistema e por que utilizá-lo no semiárido mineiro. “Essa tecnologia nada mais é do que o plantio de duas ou mais culturas de forma sucessiva ou simultânea, possibilitando uma sustentabilidade maior e uma maior viabilidade de produção. No projeto, uma das principais demandas levantadas pelos produtores rurais e também pelos técnicos diz respeito à produção de forragem para alimentação de bovinos e também à recuperação de pastagens degradadas. E nós entendemos que esse sistema de ILP talvez seja uma das tecnologias mais viáveis econômica e ambientalmente para suprir essas demandas. Isso porque aliamos numa mesma área a produção de grãos ou silagem à renovação de pastagem”.

Nas propriedades rurais que são Unidades Demonstrativas do projeto tem sido utilizado o sorgo, por ser uma cultura com maior tolerância às condições de déficit hídrico que ocorrem na região. Além disso, a renovação das pastagens garante um alimento de melhor qualidade para o gado.

Resultados de pesquisas desenvolvidas na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, são validadas em Unidades de Referência Tecnológica no Norte e Nordeste de Minas Gerais (no Alto Rio Pardo, no Baixo e no Médio Jequitinhonha). As tecnologias agropecuárias viáveis para essas regiões são implantadas em Unidades Demonstrativas instaladas em propriedades rurais, de forma a divulgar as boas práticas para os produtores e técnicos locais.

Parcerias

O projeto “Tecnologias Agropecuárias para o Semiárido Mineiro” é coordenado pela Embrapa Milho e Sorgo e conta com uma rede de parcerias, que envolve Emater-MG, Anater, Senar, Sebrae, Epamig, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, sindicatos rurais e os consórcios de municípios das três regiões atendidas: Ameje (Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Jequitinhonha), Comar (Consórcio Público Intermunicipal Multifinalitário do Alto Rio Pardo) e Nova Ambaj (Nova Associação dos Municípios da Microrregião do Baixo Jequitinhonha).



Fonte: Embrapa