Funasa e Sanesul inauguram Estação de Tratamento de Esgoto em Angélica/MS

Com recursos de R$ 7,7 milhões, a ETE conta com uma estação elevatória, emissário, 18 km de rede coletora de esgoto e 1,3 mil ligações domiciliares

Vista aérea da Estação de Tratamento de Esgoto em Angélica

Foto: Assessoria de Comunicação da Sanesul (Ascom/Sanesul)

Com capacidade de tratar 14,5 litros de efluentes brutos por segundo, a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do município de Angélica, no Mato Grosso do Sul, foi inaugurada na última quinta-feira (9/9). A ETE contou com recursos provenientes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em parceria com a Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul), e atenderá três mil pessoas. Na solenidade, estiveram presentes o superintendente estadual da Funasa no Mato Grosso do Sul (Suest/MS), Jair Viana, o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro, o prefeito municipal, Aparecido Rodrigues, e outras autoridades.

Para a realização da obra foi necessário um investimento de R$ 7,7 milhões, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nº 80/2014, que propiciou a construção de uma estação elevatória, emissário, 18 km de rede coletora de esgoto e pouco mais de 1,3 mil ligações domiciliares.

Segundo Walter, a parceria entre as instituições viabilizou a entrega da ação, que se mostrou muito significativa para o município. “A ação é resultado de um trabalho realizado por muitas mãos. São vários autores envolvidos para que a gente possa chegar ao produto final, que é a entrega para a população. Isso irá beneficiar diretamente a vida de cada cidadão”, disse.

Antes da nova estação, a população utilizava sistemas individuais de tratamento, como fossas sépticas e sumidouros – tanque instalado ao lado da fossa – e lançavam esgoto clandestino no sistema de drenagem, poluindo o meio ambiente e facilitando a reprodução de vetores de enfermidades, que aumentam as incidências de doenças causadas pela insuficiência dos serviços de saneamento.

De acordo Jair, a instalação trará maior cobertura para a região atendida, além de garantir a preservação ambiental, já que os efluentes serão descartados de maneira adequada. “A ETE vai impactar sensivelmente o quadro atual dos habitantes. Ela melhora a cobertura de coleta e tratamento sanitário e, por consequência, reduz a incidência de doenças de veiculação hídrica e as taxas de mortalidade infantil, além de preservar o meio ambiente”, evidenciou.



Fonte: Fundação Nacional de Saúde – FUNASA