Bibliotecas municipais promovem conteúdos educativos através das redes sociais

Bibliotecas municipais promovem conteúdos educativos através das redes sociais

Projetos promovem  leitura e cultura durante período de isolamento social
Atividades são postadas nas redes sociais da Biblioteca Carlos Moliterno (Instagram e Facebook)

A Secretaria Municipal de Educação, através de sua rede de bibliotecas, vem realizando diversas transmissões online para incentivar a leitura e interações lúdicas com os alunos da rede durante o período de isolamento social. Essas atividades são exibidas no Instagram e Facebook da Biblioteca Carlos Moliterno, por meio de contações de histórias, entrevistas e dicas sobre conteúdos educativos. 

Foram 16 vídeos exibidos desde fevereiro, com projetos postados semanalmente e mensalmente. A cada semana, vão ao ar projetos como o “Contando Histórias em Casa” e postagens de conteúdos educativos (indicações de livros, filmes, sites, atividades, cursos). Já mensalmente, é realizado o projeto Bate Papo com Escritor(a), o “Dicas BCM” que traz informações básicas sobre leitura, filmes e obras em geral, e o “Sarau Cultural”, onde ocorre apresentações culturais diversas.

Além de promover a interação online com os alunos, os conteúdos servem de complemento às aulas remotas que acontecem desde março. O responsável pelo setor de bibliotecas, Aurélio Xavier Lins, explica que essa também é uma estratégia para incentivar os alunos ao hábito da leitura.

“Todos nossos conteúdos são pensados para servir de suporte para os professores da rede municipal. Além disso, essa tem sido uma estratégia para que os alunos não abandonem o hábito da leitura e dos estudos durante esse período de isolamento social”, diz Aurélio.

Contação de histórias

Contadora de histórias Gracileide Melo (Foto: Reprodução Instagram)

Um dos projetos que mais chama atenção é a contação de histórias. Já foram exibidas as obras “Tibério, a comitiva do amor“;
Cinderela“; “A minha mãe” (Anthony Browne); “Uma quitanda muito especial” (Alexandre Azevedo); “Uma Joaninha Diferente” (Regina Célia Melo); “Lendas indígenas” (tradição oral) e “Macaquinho” (Bia Bedran).

O vídeos tem uma média de 150 visualizações e tem cativado crianças pais e professores. Gracileide Melo de Araújo é umas das contadoras de história do projeto, e diz que essa é uma experiência nova e um tanto desafiadora, mas que contribui bastante para a rede municipal.

“Nesse novo cenário de pandemia que estamos enfrentando e por não estarmos tendo contato com o público presencialmente, fez-se necessário essa adaptação da contação de história para melhor atendermos aos nossos usuários, servidores e alunos. É um trabalho desafiador, porque nos força a vencer a timidez como também a ter um certo domínio nos meios digitais para gravação, edição e divulgação do trabalho. Porém, é gratificante saber que estamos contribuindo com toda a rede, ao levar esse momento de descontração e leitura deleite que a leveza das histórias nos proporciona”, explica a contadora de histórias.

Leonardo André (estagiário) / Ascom Semed


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Fonte: Prefeitura Municipal de Maceió.

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