China instalou microchip espião dentro de servidores usados ​​pelo DoD e CIA

Os militares chineses secretamente introduziram minúsculos microchips não maiores que grãos de arroz em servidores nas linhas de montagem locais, a fim de obter acesso a redes de dados administradas por agências governamentais dos EUA, desde o Departamento de Defesa até a Agência Central de Inteligência, de acordo com uma investigação explosiva da Bloomberg.

Uma investigação de três anos de funcionários do governo dos EUA descobriu que servidores montados para a startup Elemental Technologies pela empresa Supermicro, de San Jose, continham minúsculos microchips “inseridos em fábricas controladas por subcontratados na China”, informou a Bloomberg.

Os chips, descobertos independentemente por engenheiros da Amazon e da Apple em 2015, supostamente permitiram que hackers “criassem uma entrada furtiva em qualquer rede que incluísse as máquinas alteradas”, segundo a Bloomberg, um Cavalo de Troia que dava aos hackers uma linha direta em qualquer rede sensível.

Servidores elementares montados pela Supermicro são “encontrados nos centros de dados do Departamento de Defesa, nas operações de drones da CIA e nas redes de navios de guerra da Marinha”, segundo a Bloomberg, e a revelação levou os funcionários do Departamento de Defesa a solicitarem um pequeno grupo de tecnólogos pensar em criar produtos comerciais que possam detectar implantes de hardware.”

“Documentos públicos, incluindo materiais promocionais da própria empresa, mostram que os servidores foram usados ​​em data centers do Departamento de Defesa para processar imagens de drones e câmeras de vigilância, navios de guerra da Marinha para transmitir feeds de missões aéreas e dentro de prédios do governo para permitir videoconferência ”, relata a Bloomberg. “A NASA, as duas casas do Congresso e o Departamento de Segurança Interna também são clientes”.

A notícia da infiltração de redes seguras ao longo dos anos pelos níveis mais baixos da cadeia industrial global – a China ainda fabrica a maioria da tecnologia bruta por trás dos telefones móveis e computadores pessoais – reflete não apenas um golpe para a comunidade de inteligência chinesa, mas uma vulnerabilidade alarmante da base industrial dos EUA.

O tecnólogo Joe Grand explicou melhor em uma entrevista com a Bloomberg: “Ter uma superfície de implante de hardware bem feita, em nível de estado-nação, seria como testemunhar um unicórnio saltando sobre um arco-íris … o hardware está longe do radar, quase foi tratado como magia negra.

A agência americana NSA diz que suposto microchip espião chinês não existe. A agência afirma não ter encontrado evidências de tal componente em servidores americanos.

A fabricante chinesa Supermicro também negou a existência de microchip espião da China em suas placas-mãe.

FONTE: Forças Terrestres